Davi, jovem estudante em Nova York, apaixona-se perdidamente por sua nova vizinha. Gaúcha, encantadora, linda e sensual, ela se diz artista, cansada da vida de modelo internacional. Fernanda parece ser a mulher perfeita. Perfeita até demais. Eu Amei Victoria Blue, memórias de Estêvão Romane, o autor que viveu a história, pode ser lido como um romance daqueles que você pega e não consegue mais largar. Erótico, engraçado, inteligente e cheio de surpresas, o livro se desenvolve no rico cenário de Nova York, com algumas passagens por São Paulo. Como numa comédia romântica, a história assume tons de suspense e mistério, caminhando freneticamente para um final surpreendente, enquanto Fernanda, a personagem, se revela aos poucos uma mulher atormentada, dividida entre um grande amor e um grande segredo.
Editora: Geração Editorial
ISBN: 978-85-61501-44-0
Autor: Estêvão Romane
Número de páginas: 192
Editora: Geração Editorial
ISBN: 978-85-61501-44-0
Autor: Estêvão Romane
Número de páginas: 192
Mais sobre o envolvimento da vida do autor na história.
Estêvão Romane, que viveu um intenso amor em Nova York até descobrir que a namorada era garota de programa.
A história dele - de desilusão e amor - acabou virando um livro. Em "Eu Amei Victoria Blue" (Geração Editorial, 2010), Estêvão descreve toda relação que teve com Fernanda, a encantadora vizinha que roubou muito mais que suas noites de sono. "Alguns nesta cidade já tiveram o privilégio de estar com Victoria Blue, mas eu não pagaria US$ 2 mil por ela. Ainda que ela fosse tudo aquilo em que cheguei a acreditar", escreveu.
Depois de se descobrir numa relação recheada de mentiras - foram quase oito meses de falsas histórias - Estêvão decidiu colocar tudo no papel. Foi o jeito de organizar o sentimento. Todos os tumultos, desejos, invenções, vontades são esmiuçados pelo autor que, jura, não teve vergonha alguma ao se expor, mesmo remexendo em sua própria dor e decepção. "Tanta gente se expõe de uma maneira muito menos elegante que não vejo problema em escrever um livro contando algumas coisas".
Ele garante que o livro não é um relato decepcionado - e sim muito mais apaixonado. Diz ainda que não escreveu por vingança, apenas porque é uma boa história, que merece ser compartilhada. "Eu tinha de pôr minha cabeça em ordem. Escrever foi o melhor jeito que encontrei de fazer isso."
Todos os personagens são reais, sobreviventes de uma cidade que nunca dorme e onde tudo acontece. Os nomes de todos - menos de um, que pediu para continuar identificado - foram trocados, para preservar a identidade de cada um. "O único nome real no livro é o do Kim, coreano dono da vendinha da esquina de casa em nova York. Ele me pediu pessoalmente para deixar seu nome verdadeiro. Kim é muito especial, quando contei a ele o que descobri sobre Fernanda, saiu de trás do balcão e me abraçou em lágrimas". Victoria Blue também é fruto da imaginação do autor. "Seu nome de guerra era outro... mas devo admitir que ela foi muito mais criativa que eu".
Em entrevista ao Vila Dois, ele conta mais sobre a vida, a descoberta e a sensação de liberdade depois de se livrar do mundo de mentiras AQUI.

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